O que é Crime?

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Mas o que é crime, infração penal, delito e contravenção penal? Estudando a Teoria do Crime é possível compreender cada uma dessas expressões e a sua importância na seara penal.

Para iniciar esta compreensão é importante salientar que o sistema penal brasileiro tem como gênero a INFRAÇÃO PENAL e este tem como espécies o CRIME ou DELITO e a CONTRAVENÇÃO PENAL. Quer dizer que no Brasil adota-se o sistema bipartido de infração penal, em outros termos, é afirmar que a infração penal de um lado é composta por crimes ou delitos como sinônimos e noutro lado as contravenções penais. Rogério Greco expõe que,

Última atualização em Sex, 13 de Dezembro de 2013 18:25

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Tempo do Crime

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O que é o "Tempo do Crime" e qual a sua importância no Direito Penal? Tempo do Crime é o marco adotado para estabelecer o momento (tempo) do cometimento de um crime.

Consoante artigo 4º do código penal, "Considera-se praticado o crime no momento da ação ou omissão, ainda que outro seja o momento do resultado". Nos sistemas penais é possível adotar a teoria da atividade na qual o que importa é o momento da conduta (omissiva ou comissiva) delituosa, pouco importando em que momento se deu o resultado. Há também a teoria do resultado na qual retira-se a importância do momento da conduta e o que importará é o momento em que se deu o resultado, ou seja, a consumação. Por fim, existe ainda a teoria mista ou da ubiquidade que adota as duas teorias anteriores ao mesmo tempo. Conforme leitura do artigo 4º supracitado, fica evidente que o Código Penal pátrio adotou a teoria da atividade, neste sentido, importa o momento da conduta comissiva ou omissiva para a prática de fato definido como crime. Assim, Rogério Greco em seu Curso de Direito Penal 2010, "Pela teoria da atividade, tempo do crime será o da ação ou da omissão, ainda que outro seja o momento do resultado. Para essa teoria, o que importa é o momento da conduta, comissiva ou omissiva, mesmo que o resultado dela se distancie no tempo".

Última atualização em Seg, 09 de Dezembro de 2013 14:01

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Legítima Defesa

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A Legítima Defesa é uma conduta inerente a todo ser humano, temos como um direito natural e é praticamente tolerado por todos os sistemas jurídicos.

Preceitua o artigo 25 do Código Penal que “Entende-se em legítima defesa quem, usando moderadamente dos meios necessários, repele injusta agressão, atual ou iminente, a direito seu ou de outrem”.

Em consonância com o artigo supracitado, qualquer bem que tenha proteção jurídica poderá ser amparado pelo instituto da Legítima Defesa. Neste sentido, o ilustre doutrinador Rogério Greco em seu curso de direito penal aduz que,

“Tem-se entendido que o instituto da legítima defesa tem aplicação na proteção de qualquer bem juridicamente tutelado pela lei. Assim, pode-se, tranquilamente, desde que presentes seus requisitos, alegar a legítima defesa no amparo daquelas condutas que defendam seus bens, materiais ou não”. (GRECO; Rogério, 2010, p. 326).

Última atualização em Dom, 08 de Dezembro de 2013 13:57

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Sobre o autor

Leandro Silva de Jesus - Graduando em Direito pelo Centro Universitário Estácio da Bahia com conclusão prevista para dezembro de 2014, Pós Graduando em Metodologia e Docência do Ensino Superior... Leia mais>

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